saúde pública

A Direcção Geral dos Animais Irracionais determinou que a partir do próximo ano qualquer migrante - ovino ou caprino, bovino, porco ou ave de capoeira - destinado a ser abatido no país, deverá dar entrada no mesmo na situação de vivo e possuindo certificado passado pelo consulado de Portugal no país de que é oriundo, de que sabe balir, mugir, grunhir e cacarejar em português, sendo posteriormente morto num matadouro certificado. Os que não cumprirem as duas condições acima expostas só poderão dar entrada no país na modalidade de ‘congelados’, não carecendo portanto de demonstrar que estão vivos e estando dispensados de apresentar o certificado de fala.

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