linguagem neutra universal
Benedita Amorim interroga-se sobre o que se passa com a língua pátria, dado que o habitual masculino/feminino a que estava habituada e que até lhe facilitava muito as coisas, está posto em causa. A mudança vai de elu em vez de ela/ele até menina ou menino serem agora menine. Recebida em casa de um amigo (na realidade amigue), praticante da linguagem neutra universal, Luísa foi acolhida com um ‘- Bem-vindes! Não quer ume banane?’ A coisa, atendendo aos tempos que correm e às confusões linguísticas que originam, deu para o torto, acabando Luísa por apresentar uma queixa contra o amável done da casa, acusando-o de assédio sexual. Enfim…
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