Portugal
O governo pretendia modernizar o nome do país, de modo a conferir-lhe uma posição mais visível na publicidade dos negócios globais. Com assessoria da Academia das Ciências -Secção de Letras, iniciou-se o trabalho, evitando-se designações do tipo ‘Portugal-Spain’, ‘membro da EU’, ‘cabeça da Europa’, ‘Lusitânia’ ou ‘jardim à beira-mar plantado’. Tentou-se ‘Tuporgal’, ‘Galportu’, ‘Porgaltu’, ‘Tugalpor’ e ‘Galtupor’, mas já eram empresas cá do sítio. Chamada em auxílio, a Secção de Ciências da Academia concluiu que o número (três, a conta que Deus fez) e o posicionamento das sílabas (que já vinha de trás) eram o ideal para ficarmos na mesma. Nada justificava a mudança.
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