amanhã

A menina Francelina gostava de perceber o amanhã, mas - azar! - este ocorre sempre mais tarde, quando o momento fatídico já passou e, como a marcha atrás nestas coisas... Francelina gosta de explicações tipo ‘pão, pão, queijo, queijo’. Mas, menina Francelina, para não haver mais chatice (ou para a manter) seria necessário que as coisas se passassem sempre da mesma maneira, olhe, que os vírus não sofressem mutações e por aí adiante. Se a coisa se fica por um planalto… é sempre mais do mesmo. Mas o que tem graça é que a Francelina descobriu que a História é um planalto rugoso, porque, ao longo do tempo, ora subimos ora descemos, traduzindo tal facto por:‘isto foi sempre a mesma droga!’ Enfim…

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