tendências
“Se um grupo amanhã decidir que Portugal seja turco – através do país inteiro todos os chapéus altos, todos os chapéus desabados, todos os cocos, todos os barretes de varino, tenderão lentamente mais ou menos a tomar a forma de turbante.” (Eça de Queiroz). Na realidade, em Portugal, as coisas têm tendência a ‘tender’. Do mesmo modo que um IP ou IC tendem para AE, assim um T2 tende para T3 (fora o acrescento da ‘marquise’), uma mercearia tende para superermercado, um 12.º ano feito à pressa tende para doutoramento em horário pós-laboral, uma startup tende para empresa subsidiada e um secretário de estado tende, pelo menos, para ministro. São tendências…
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