querer
Hermenegildo Silva abusa do verbo ‘querer’, nomeadamente pelo emprego sistemático da frase ‘quero tudo aquilo a que tenho direito!’. Ciente do facto, o governo regulamentou o uso do verbo ‘querer’, que, a partir de agora, apenas se pode utilizar em situações de ausência de bom tempo, falta de estacionamento, adiamento de jogo de futebol, escassez de boletins do euromilhões ou sempre que um dia feriado calhe ao Domingo. O Hermenegildo critica qualquer Rothschild e suas mordomias, mas esquece ser um Silva. Caso se trate de ‘fazer algum’ para ser Rothschild, o nosso homem cede ao ‘deixa-te estar’ ou ‘deixa andar’ próprio dos ‘silváticos’ e logo apela para o governo!
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