jornalismo

Dos jornais: ‘Encontraram-no assassinado. Tudo indica estar morto’; ‘Encontraram-no morto. Suspeita-se que tenha sido assassinado’; ‘Estava morto e assassinado’; ‘Antes de assassinado estava vivo’; ‘O morto foi assassinado’; ‘Estava vivo e foi assassinado’; ‘Se era para o matar mais valia que já estivesse morto’. ‘Estamos a examinar um cadáver que não sabemos se morreu ou se foi assassinado’ (Medicina Legal). A Junta de Freguesia de Trastes encerrou o dia com: ‘condenamos o assassinato e posterior morte do nosso freguês’. Entrevistado pela RTP, o morto, Celso Matinha, declarou ‘confirmo ter estado vivo, mas apesar de ainda não ter recebido a certidão de óbito, julgo estar mesmo morto!’

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