conquistas horárias
Aos sete dias de trabalho do pobre campónio seguiram-se os seis dias da ‘semana inglesa’, a que se sucederam os cinco dias das ‘conquistas trabalhadoras’ e a que se hão-de seguir os quatro dias das ‘conquistas informáticas’ e do ‘trabalho não presencial’, os três dias do ‘stop over’ por falta de matérias primas, os dois dias por bancarrota da empresa até se chegar ao ‘por um dia não vale a pena abrir a oficina’. Bem, face às voltas que o assunto está a dar, Eugénio Cabinda já começa a pensar que chegará o dia em que dirá ‘estou farto de não fazer nenhum, quero trabalhar pelo menos um dia!’ Este seu futuro desejo deverá ser classificado como regresso à ‘normalidade’, ou mais uma ‘anormalidade’?
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