coleccionador
Insigne coleccionador de ‘pintura portuguesa’ contemporânea, pairavam pela sua casa obras de Almada Negreiros, Pomar, Paula Rego, Noronha da Costa, Vieira da Silva, Sarah Afonso, Cargaleiro, Lourdes Castro… que ele, o proprietário, conhecia apenas pelo preço. Largara grossa maquia por alguns metros quadrados de telas pintadas e assinadas, mas que não passavam de quadros sugados pela parede que jamais contemplara com ‘olhos de ver’, sinónimo apenas de investimento. Tal como entraram na casa, assim sairiam a troco de sonantes dólares ou bitcoins. O seu amor à arte era reconhecido e não faltava a vernissage onde lhe cheirasse haver obra a$$inada por nome falado do catálogo das tintas.
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