Coa

A Direcção Geral dos Acontecimentos Marcantes (DGAM) lançou um concurso inter-escolar de pintura rupestre no vale do Coa que, para tal, foi dividido em tantos sectores quantas as delegações escolares. Chegada a hora, os alunos lançaram mãos à obra, solidamente enquadrados por professores de artes visuais. Ao fim de quinze dias, Portugal orgulhava-se de possuir o mais vasto conjunto de pinturas rupestres do mundo, uns bons cinquenta quilómetros de arte parietal. Não havia pedragulho esquecido, neles proliferando vacas e bois, dinossaurios de todos os calibres e obviamente toda a simbologia rupestre da nossa gente, desde belíssimos pares de cornos a condimentadas representações das partes.

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