meteorologia caseira

Cansado do insucesso em matéria de previsão meteorológica, o eng. Fontes Faria procurava uma solução. Desde a possível contratação de um corvo que se dizia adivinhar o tempo que aí vinha até à de um birmanês que pressentia a mudança através do olfacto, todas as soluções foram encaradas, incluindo a possibilidade de ser o próprio tempo a estar errado, levantando-se pois a hipótese de o mudar. A solução encontrou-a num alentejano de Beja. Manuel do Ó estendia a mão e, caso ficasse seca... pois não chovia. Molhada, chovia. Sem sombra, dia nublado. Sombreada, dia ensolarado. Mão suada, dia quente. Se a mão balanceava ligeiramente, havia vento. Muito balanço... tsunami no Alqueva!

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