azares estivais
Estava Leonel Faria à beira-mar, quando um inesperado golpe de vento lhe levou o chapéu. O Leonel correu para a água, mas, incapacitado de nadar por não possuir barbatanas e as mãos não serem remos, lançou ao mar o telemóvel, o guarda sol, a toalha e o próprio fato de banho, confiando que algum deles desse pelo chapéu. Telemóvel, guarda sol, toalha e fato de banho desapareceram da superfície líquida, apenas se avistando um cagalhoto a boiar no mar, largado por um petiz que ali nadava. O nudista é abordado pelo cabo-de-mar: ‘- Então, em pelota e a desembaraçar-se no mar? - Ó senhor guarda… é o meu chapéu! - O seu chapéu? Ora bem, acompanhe-me… chapéus há muitos, já dizia o outro!’
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