quercus
A concentração fez-se na Ribeira, onde foi rezada missa campal pelo bispo do Pomar Grande, invocando-se na cerimónia a Senhora da Azinheira. No final, os manifestantes desfilaram avenida dos Aliados acima, gritando os mais variados slogans: ‘Carvalhos sim, Eucaliptos não! ‘Pinheiros pr’á lareira!’, ‘Matas sim, arborizações não!’ Na multidão figuravam carvalhos negral e alvarinho, carvalhos cerquinhos ou portugueses, mais o Quercus lusitânica. Seguiam-se carrascos, sobreiros e azinheiras e meia dúzia de anónimos arbustos ainda não classificados. Era o protesto de uma minoria que diz confundir-se com as nossas raízes e se sente ameaçada pela presença de espécies vegetais migrantes.
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