língua pátria

Uma professora de português, Aida Estrofes, estacionou a língua portuguesa no parking do Luís Vaz de Camões, sem notar que desde a época do épico a língua deu várias cambalhotas. Assim, na sala de aulas proliferam os ‘Tipo, Nossa, oh my God, Yas queen, Tás-te a passar, E quê mano? Bué, Bro, Ganda, Blingbrilho, Noob, Nude, Shippar, Crush, Bosta, Trollar, Brinks, Lol…’, juntamente com restos de ‘linguagem vicentina’ que a ‘globalização’ ainda não eliminou. Uma assistente cabo-verdeana (Aldina Gomes) que faz a limpeza da sala de aula encontrou na esfregona um resto do Canto IX dos Lusíadas (‘Oh, que famintos beijos na floresta’) logo acrescentando… ‘a setôra pensa em cada coisa!’

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