círculos viciosos

Alexandre Moita, aposentado no campo das ideias, concebia as arábias como um todo e árabe, sarraceno, islamita, maometano ou berbere eram apenas um exercício de sinonímia a mesmo título que preto, africano, negro, turra ou afrodescendente eram variações em torno da mesma cor. Sharif Ahmed, muçulumano, também já aposentado, apresentado ao Moita não sabia como o classificar. Ao vê-lo, hesitava entre imperialista, caucasiano, colonialista, cristão, esclavagista, cubano (à madeirense) ou branco. Mas eis que, após umas cervejas mais Benfica, Ronaldo… e uns golos à mistura, tudo acabou em beijos e abraços ficando ambos a dois passos da célebre ficção: ‘o mundo que o português criou’. 

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