turismo incendiário

Malzedo de Pedestres, cercado por pinheiros e eucaliptos, era palco ideal para o empreendedor Abel Marques e este criou o ‘turismo incendiário’. A aldeia está agora envolta por áreas ardidas, em fase de recuperação para o fogo seguinte, e áreas por arder, integradas no programa turístico ‘incendeie V. mesmo’. Assim há sempre talhões por incendiar, talhões incendiados e talhões a ficar ‘em ponto de rebuçado’ para a acção do fósforo. É uma actividade sustentável, que permite brincar com as chamas e, simultaneamente, visitar terras calcinadas, apreciando as formas mais esqueléticas da paisagem. O poder do fogo é decididamente atractivo e a coisa promete.  

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