simplificar

 

Anita Fezes, Directora Geral da Música, verificou dispor apenas de uns trocos para subsidiar a ‘música’. Redigiu então um memorando dirigido aos compositores, no sentido de simplificarem a linguagem musical para poupar nos executantes. Podiam utilizar todas as notas da escala, mas concentrando as sonoridade num número restrito de instrumentos e promovendo a mobilidade dos músicos: um violinista, quando parado, podia acudir ao violoncelo, um clarinetista podia encarregar-se de uma trompa, os ferrinhos resolviam-se informaticamente… e até se sugeria uma app destinada a substituir o maestro, cuja actuação era tida como uma fonte de coacção sobre os membros da orquestra.

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