limites
- Ó Fonseca… o
limite do limite até pode ser o ilimitado… mas qual é o limite do ilimitado? -
Ó Pereira, olhe o par… há logo o problema do ímpar… e a coisa não tem fim! - E
o bem e o mal? Onde é que começa um e acaba o outro? - Se vamos por aí… onde
começa o homem e onde começa a mulher… já nem se sabe… - E o repouso e o
movimento… há quem diga que parados estamos em movimento… os progressos da
física… - Ó Fonseca, e o direito e o curvo… dizem ser a curva a menor distância
entre dois pontos… - E a direita e a esquerda… e o limite entre uma e outra? -
Bem, isto dos limites já deu o que tinha a dar… isto está sempre a andar… essa
é que é essa!’
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