minuto de silêncio
O chefe passou a correr pelo gabinete de Horácio Perestrelo anunciando-lhe que daí a um minuto era o ‘minuto de silêncio’. Ora, faltava um minuto para o meio dia. Eis que toca o alarme a anunciar o ‘minuto de silêncio’ e o Horácio, apesar de desconhecedor das regras do mesmo, pôs-se de pé, ajustou as calças, vestiu apressadamente o casaco, ajustou a gravata, com a mão esquerda deu um toque no cabelo e com a mão direita um outro nas partes, fechou o botão do casaco, perfilou-se e só então se interrogou sobre o ‘minuto de silêncio’. ‘Mas isto é para quê? Não morreu ninguém no escritório… serão os incêndios?!’ Mas eis que toca de novo o alarme, dando por findo o ‘minuto de silêncio’.
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