enfim…

Ver pais cuja formação foi feita na base do 1+2=3 e do conjugar de todas as formas do verbo ‘dever’, tentando ensinar filhos para quem 3+2= ordenado base + incerto conjunto de mordomias + y que pinga por fora em bitcoins + z que se empocha em fugas ao fisco propiciadas pela engenharia financeira + empréstimos para habitação… dá que pensar. A memorização dos afluentes do Douro, ramais ferroviários, portos, cidades e vilas, províncias e distritos data de um tempo em que o ano tinha quatro estações e o mundo acabava em Badajoz. Não dava para viver, mas vivia-se com isso. Hoje, Ernesto Góis e a mulher preocupam-se em saber se o carro da filhinha tem acesso ao parking da faculdade. 

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